Convite de lançamento do livro “O homem dos suspensórios e outros contos”

Convite de lançamento do livro “O homem dos suspensórios e outros contos”

O livro “O primeiro passeio” de Fabiano Tadeu Grazioli, é editado pela editora Aletria.

É a primeira vez que o menino viaja no banco da frente do carro, ao lado do pai. O caminho para a casa dos avós é o mesmo de sempre. Mas há algo de novo nessa viagem…
Publicado pela editora Aletria, “O primeiro passeio” é um livro infantil que se passa num período traumático de nossa história, a pandemia de Covid-19. Mas, em nenhum momento, a palavra “pandemia” ou o coronavírus são citados. Sabemos disso porque os personagens usam máscaras de proteção.
A travessia do luto Pela janela, o menino observa animais que foram atropelados na rodovia. O primeiro deles é uma mamãe tamanduá. Com um aperto no peito, ele imagina como estão os filhotes que aguardam o retorno da mãe, que não voltará.
A mãe do menino não viaja junto no carro; entendemos que ela faleceu. Mas, de alguma forma, ela se faz presente e acompanha o filho. Num cochilo, um soninho, a mãe surge no sonho, e a sensação é muito boa. Até que chegam ao destino, a casa dos avós.
O primeiro passeio, escrito pelo doutor em Letras, professor, pesquisador e diretor de teatro Fabiano Tadeu Grazioli, foi ilustrado por Rafa Antón – que, para a Aletria, ilustrou também Formigável (Janaína de Figueiredo) e Perguntas Sem Respostas (Jonas Ribeiro).

Lançado em abril deste ano, O livro essencial de Umbanda: edição revista e ampliada (Universo dos Livros), do piracicabano Ademir Barbosa Júnior (Pai Dermes de Xangô), é o quarto mais vendido na Amazon na categoria Enciclopédias, precedido de Meditações (Marco Aurélio), O homem e seus símbolos (Jung) e O Príncipe (Maquiavel). “É uma alegria, compartilhada também em vários encontros e momentos de autógrafos”, explica o autor, que no primeiro semestre lançou outros dois livros.
Publicado originalmente em 2014, O livro essencial de Umbanda tem ocupado ao longo dos anos a primeira posição na Amazon em diversas categorias como o mais vendido. “A edição revista e ampliada tem seguido o mesmo caminho. À época, o livro foi encomendado pelo editor com a proposta de tratar o tema com profundidade e numa linguagem acessível. Recebo muitos recados de pessoas que visitaram um terreiro de Umbanda pela primeira vez após a leitura do livro, vencendo medos e preconceitos”, esclarece Dermes, que, dentre outros, já presidiu o Fórum Europeu de Umbanda em Leiria, Portugal (2014).
Sua produção prolífica abarca desde 1988 a publicação de 57 livros sobre a espiritualidade das religiões de terreiro; 18 sobre terapias holísticas, oraculares e ficção; vários prefácios, capítulos de livros e participação em antologias, bem como títulos contratados e entregues, mas não publicados e outros publicados, porém recolhidos a seu pedido. O autor assina, ainda, dezenas de revistas temáticas constantemente reimpressas e negocia contratos para cerca de 30 livros inéditos. O autor explica que a nova edição de O livro essencial de Umbanda reescreve e aprofunda análises, retira anexos e acrescenta outros, mais pertinentes e atualizados.
Membro da União Brasileira de Escritores (UBE), Dermes é Doutor em Comunicação pela UNIP e Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde se graduou em Letras. Pós-graduado em Ciências da Religião pelo Instituto Prominas, é professor e Doutor honoris Causa pelo Movimento Cultural Negro Ginga – IEG, de Limeira – SP e pela FEBACLA – RJ. Eleito para a cadeira 62 da Academia Independente de Letras, da qual se tornou patrono (divisa “Axé”). Recebeu diversos prêmios e comendas por sua intensa atividade cultural. Atualmente realiza estágio pós-doutoral em Comunicação na UNIP e em Ciências da Religião na PUC – Campinas.
Publicado pela editora 7LETRAS, evento acontece na Livraria Argumento, na unidade do Leblon, no Rio de Janeiro / RJ.

João Marcos é fascinado por sua tia, Eleonora de Castro, estrela célebre dos palcos e da televisão, morta anos antes em circunstâncias nebulosas num hotel parisiense. A fim de recolher informações para uma biografia da artista, viaja a Lisboa e mergulha numa atmosfera em que realidade e representação parecem se contaminar mutuamente.
Ao visitar o túmulo de Fernando Pessoa no Mosteiro dos Jerônimos, encontra um homem que, inexplicavelmente, conheceu Eleonora. Ele indica caminhos que se bifurcam e João Marcos inicia uma peregrinação por cafés lisboetas e hotéis antigos deparando-se com atores vaidosos, poetas ambíguos e amores errantes numa atmosfera elegante e melancólica em que a busca pela verdade converge para uma reflexão delicada e inquietante sobre aquilo que nunca se deixa esclarecer inteiramente: o amor, a memória e a própria identidade.
“Essa cena assassina” é um romance profundamente teatral – não apenas pelo universo que retrata, mas pela maneira como os personagens falam, silenciam, dramatizam a própria existência –, mas sem jamais perder o sotaque afetivo brasileiro nem a sensualidade luminosa de Lisboa e Paris. Há ecos dos clássicos Tennessee Williams, Colette, Garcia Lorca e Marcel Proust. É também um livro sobre o envelhecimento, sobre o medo do esquecimento e sobre as ficções amorosas que sustentamos para continuar vivendo.
Jorge Sá Earp nasceu no Rio de Janeiro, em 1955. Cursou Letras na PUC-Rio. Como diplomata, serviu na Polônia, Holanda, Gabão, Bélgica, Itália, Romênia, Equador e Costa Rica. Contista e romancista, é autor de “Ponto de fuga” (romance, 1995, vencedor do prêmio Nestlé de Literatura), “As amarras” (2020), “O fio da seda” (2023) e “O veranista” (2024), entre outros.
O evento de lançamento do livro “Essa cena assassina” (7Letras), de Jorge Sá Earp terá leitura dramatizada por Gláucia Rodrigues, além de sessão de autógrafos, na quinta-feira, dia 27 de agosto, a partir das 19h, na Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira, 417 – Leblon – Rio de Janeiro / RJ).
A Academia de Letras da Bahia (ALB) realiza, no dia 26 de maio (terça-feira), às 17h, o lançamento de ‘Jardim sobre mesa de vidro’ (Editora P55), da Acadêmica Heloísa Prazeres.

O evento faz parte do projeto Livros na Mesa e é aberto ao público.
Autora de mais de uma dezena de títulos de poesia, Heloísa Prazeres integra a literatura baiana contemporânea como poeta e ensaísta. De acordo com o escritor Aleilton Fonseca, presidente da ALB, neste novo livro, “a poeta passeia com desenvoltura pela técnica do verso branco, o metro livre, convocando o ritmo de modo a balancear as estruturas entre as lições da tradição e as conquistas da contemporaneidade.”
Para a também Acadêmica Edilene Dias Matos, em ‘Jardim sobre mesa de vidro’, o corpo poético é solicitado para construir a estética das cenas. “…a reação do corpo vem de onde sai a palavra marcada por uma arquitetura erotizada e significante. O fogo de artifícios de cada sílaba faz, nesse conjunto de poemas, o texto tomar corpo e ecoar na memória sensível do leitor”, ressalta a confreira.
Já o premiado poeta, ensaísta, tradutor e professor gaúcho Pedro Gonzaga define a obra como “um trabalho íntimo, quase um brocado, de intensa sensibilidade sonora e imagética, uma prova do vigor criativo de uma poeta madura, que domina à maestria seu ofício, mas que nunca deixa de contemplar a juventude do mistério da verdadeira criação”.
A ALB conta com apoio financeiro do Governo da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, e da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
O retrato visceral das mazelas mentais em Sinthoma, de Victor Leandro.

A Editora Temiporã lançou, neste ano, Sinthoma, romance do autor manauara Victor Leandro. O escritor vem consolidando seu nome no cenário literário regional ao explorar, com profundidade, as tensões sociais e políticas que marcam a região Norte. Em 2025, com a publicação da novela Rio das Cinzas, Leandro já havia revelado o impacto severo da crise climática e a negligência do Estado diante das vulnerabilidades da população local.
Em Sinthoma, o foco se desloca para um debate urgente e crescente: a saúde mental. À medida que os transtornos psiquiátricos se tornam mais visíveis na sociedade contemporânea, surge a inquietação: como as instituições e o poder público realmente lidam com essas pessoas? O livro não oferece uma resposta simplista, mas sim um convite contundente à reflexão.
A narrativa acompanha o Dr. Hermes durante o último plantão de um hospital psiquiátrico em Manaus, às vésperas de sua desativação. Ao cruzar os portões, o médico encontra um ambiente inóspito e pacientes submetidos a um estado de total desamparo. O impacto das histórias de abandono e exclusão social que encontra ali levanta uma questão central: para onde essas pessoas serão levadas?
A trama ganha contornos mais complexos com a Dra. Ana, uma figura enigmática que convida Hermes a percorrer uma noite marcada por revelações. Mais do que o hospital, o autor desvela uma cidade também sintomática, que agoniza sob o abandono estatal. Com uma linguagem fluida, Victor Leandro conduz o leitor por uma jornada tensa e necessária. Sinthoma é uma obra fundamental que reacende debates adormecidos, mas que, silenciosamente, corroem o tecido da nossa sociedade. Deve ser lido.

Sobre o autor:
Victor Leandro é ensaísta e autor de ficção. Em 2011, recebeu o prêmio nacional Luiz Ruas, destinado ao melhor ensaio sobre literatura, pelo trabalho intitulado O Norte Impossível – Ficção, Memória e Identidade em Narrativas de Milton Hatoum. Publicou as obras O Artista do Fracasso, Estocolmo, Degredo, Rio das Cinzas, dentre outras. Em 2024, recebeu menção honrosa no concurso internacional da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, pelo romance O Fantasma e a Travessia. É professor de filosofia na Universidade do Estado do Amazonas.
Contatos:
viktorleandro@hotmail.com
@silvavictorleandro
Evento em livraria na Avenida Paulista reúne Povo de Axé e da Comunicação

No dia 29 de março, às 15h, na Livraria Martins Fontes Paulista, acontece o lançamento de FOI EXU QUE ME DEU”: Exu Coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda, de Ademir Barbosa Júnior (Pai Dermes de Xangô), evento que contará também com atrações culturais. Publicado pela Editora Aruanda, o trabalho é a edição em livro da tese de doutorado em Comunicação que o autor defendeu na Universidade Paulista (UNIP) em setembro de 2025. “A Editora Aruanda tem um selo voltado para trabalhos acadêmicos (Fundamentos de Axé), e foi uma de suas publicações que recebeu o primeiro Prêmio Jabuti Acadêmico em 2024 na Categoria Ciências da Religião/Teologia”, explica o autor.
A tese é resultado de uma acurada etnografia digital que identifica elementos da teologia da prosperidade e da teologia coaching (ambas mais conhecidas no neopentecostalismo) na Umbanda. “Cursos na internet, memes, Marcha para Exu: são vários os fenômenos comunicacionais apontados e estudados”, segundo Dermes, que em novembro passado iniciou um pós-doutorado em Comunicação que parte da tese, mas mergulha em outras questões desafiadoras já desenvolvidas pelo grupo de pesquisa na UNIP. Trabalho orientado pelo Prof. Dr. Maurício Ribeiro da Silva (UNIP), que assina o prefácio, o livro, tem ainda, apresentação do Prof. Dr. Hertez Wendell de Camargo (UFPR) e posfácio da Profa. Dra. Malena Segura Contrera (UNIP).
Autor de diversos livros (alguns premiados e com traduções para diversos idiomas), Doutor em Comunicação pela UNIP, Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, Pai Dermes é Doutor honoris Causa pelo MCNG-IEG (2018) e pela FEBACLA (2019) e Pós-graduado em Ciências da Religião pelo Instituto Prominas. Desde 2019 é patrono e titular da cadeira 62 da Academia Independente de Letras (sede em Pernambuco), com a divisa “Axé”. Em Piracicaba idealizou e coordenou inúmeros projetos culturais e o Fórum Municipal das Religiões de Terreiro (2011-2014) e produziu curtas-metragens com temática dos Orixás. Em 2014 presidiu o Fórum Europeu de Umbanda, em Leiria, Portugal, e em 2015 foi o vice-presidente do Fórum Catarinense de Umbanda, em Blumenau. É dirigente da T. U. Caboclo Jiboia e Zé Pelintra das Almas, aberta em 2015, e Ogã há 24 anos do Ile Iya Tunde (hoje sediado em Embu das Artes – SP). Em 2025 foi um dos 80 selecionados de um universo de 120.000 inscritos para o Santander Top España na Universidad de Salamanca.
Tarde de autógrafos de “FOI EXU QUE ME DEU”: Exu Coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda
Data: 29 de março de 2026
Horário: 15h
Local: Livraria Martins Fontes Paulista – Av. Paulista, 509 (térreo) – São Paulo – SP
Intelectual do Ano e vencedor do Troféu Juca Pato 2014, o cineasta e escritor apresenta “Ecos de Badajoz” em dois encontros especiais dentro da programação da mostra dedicada à sua obra.
A Cinemateca Brasileira, que recebe até 30 de novembro a “Retrospectiva João Batista de Andrade”, será também palco do lançamento do novo romance do cineasta, escritor e Intelectual do Ano de 2014, João Batista de Andrade. A mostra revisita quase seis décadas de produção artística do autor — marcada por fortes preocupações sociais, críticas às desigualdades brasileiras e uma narrativa cinematográfica inquieta — reafirmando sua relevância histórica e cultural.
Em meio à exibição de filmes clássicos e raridades restauradas, João Batista apresenta Ecos de Badajoz: uma fábula de nosso tempo, publicado pela Editora Patuá. O lançamento acontece no sábado, 29/11, às 16h, e no domingo, 30/11, às 14h, integrando a programação da retrospectiva. Em sua declaração sobre esse momento, o autor celebra a união de suas duas linguagens: “Em plena Mostra de meus filmes e no mesmo lugar, a Editora Patuá lança meu décimo livro de ficção, Ecos de Badajoz. Juro que ninguém se arrependerá de ler: inventivo, atual, personagens e histórias ao mesmo tempo poéticas, sonhadoras e críticas. Sinto que assim realizo um sonho sexagenário, ser ao mesmo tempo cineasta e escritor.”

O romance percorre territórios simbólicos e emocionais, evocando ecos da Guerra Civil Espanhola e das contradições brasileiras, ao mesmo tempo em que constrói personagens que transitam entre a poesia, o épico e o popular. Com forte sensibilidade literária e ritmo que respira cinema, Ecos de Badajoz aborda o conflito entre amor e dominação, o enfrentamento das tragédias humanas e a sobrevivência das delicadezas — elementos que marcam tanto a literatura quanto o cinema de João Batista.
Ao integrar o lançamento do livro à retrospectiva, a Cinemateca Brasileira reforça a amplitude da trajetória do artista, cuja produção transita com maestria entre filmes, ensaios, romances e reflexões sobre o Brasil. Para o público, o evento representa a oportunidade rara de encontrar o cineasta-escritor em um diálogo vivo entre seus filmes e sua ficção. “Assistam meus filmes! Leiam meus livros!”, conclui João Batista.

As epígrafes do novo romance de Jorge Sá Earp, “A volta do arlequim”, são uma prévia do que vem pela frente: paixão forte. Curiosamente, duas delas – do filósofo pré-socrático Demócrito (460 a 370 a.C.) – se contradizem, como costuma acontecer quando a razão dá lugar ao coração.
Norberto retorna ao Rio de Janeiro após morar muitos anos na Europa. Ele é casado com a italiana Valentina e eles tem filhos gêmeos não-idênticos. Antes mesmo de abrir as caixas da mudança, ele vai à praça onde costumava brincar e relembra os amigos de outrora. O que terá acontecido com eles? Esse início, que dá ideia de um romance memorialista, logo muda quando o protagonista conhece Irineu Bustamante, senhor literato que se revela uma nova amizade, e reencontra Cristiano, companheiro de infância, pai de Diogo. O rapaz desperta sentimentos e faz emergir lembranças que nunca deixaram de arder em silêncio.
A partir daí, a motivação do título do romance se torna clara: “A volta do arlequim” mostra as máscaras que cada um veste para sobreviver às pressões da família, da sociedade e do próprio sentir. Como o personagem da comédia italiana, o narrador se desdobra em papéis múltiplos – filho, amigo, amante, marido, estrangeiro –, buscando no vaivém dessas identidades uma forma de recompor sua história.
Sobre o autor:
Jorge Sá Earp nasceu no Rio de Janeiro, em 1955. Cursou Letras na PUC-Rio. Como diplomata, serviu na Polônia, Holanda, Gabão, Bélgica, Itália, Romênia, Equador e Costa Rica. Contista e romancista, é autor de “Ponto de fuga” (romance, 1995, vencedor do prêmio Nestlé de Literatura), (2010), “A praça do mercado” (2018), “As amarras” (2020), “O veranista” (2024), entre outros.
Adquira “A volta do arlequim”, de Jorge Sá Earp em: https://7letras.com.br/livro/a-volta-do-arlequim/
Carlos Augusto dos Santos, sócio da União Brasileira de Escritores (UBE), prepara evento de lançamento do seu novo livro “A longa cerimônia do adeus”, para o dia 18 de outubro, a partir das 16h, na Associação Amazonas de Saúde Solidária, localizada na Rua Marco Polo (antiga Rua 08), 113 – Adrianópolis – Manaus – AM.
“A longa cerimônia do adeus” é mais do que um livro de memórias: é um testemunho de vida, amor e resistência. Carlos Augusto, com sua escrita íntima e profundamente humana, abre o coração para falar das perdas, dos medos e da saudade, mas também da beleza de ter vivido intensamente ao lado de quem amou.
Ele revisita suas lembranças como quem luta contra o esquecimento — não apenas para si, mas como um legado para sua família e para tantas outras histórias comuns, de pessoas negras que enfrentaram a vida com coragem e dignidade.
Entre relatos de infância, encontros, despedidas e reflexões sobre a morte, o autor nos convida a caminhar com ele pelas veredas da memória. O resultado é um relato terno, doloroso e, ao mesmo tempo, cheio de esperança: uma prova de que, mesmo quando o tempo se esvai, o amor permanece.
Sobre o autor:
Carlos Augusto dos Santos é paulistano de Santo Amaro, capital. Cientista Social e Mestre em Demografi a pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é umbandista com orgulho, vivendo sob a proteção e o axé de seus orixás e ancestrais. Atuou como Diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas e como Ouvidor-Geral do Município de São Gabriel da Cachoeira. Atualmente, dedica-se à educação como professor da Rede Estadual de Ensino.
Ao longo de sua trajetória, também se destacou como escritor, sendo autor das obras “Um Mundo em Desalinho” (UFAM, 2006), “Auf Wieden Shen: Fragmentos de Memórias de Uma Criança” (Editora do Autor, 2009), “Nossa Menina Analú” (Ed. Autor, 2022), “Insisto em Remar Contra a Corrente” (Editora Viseu, 2023) e “Escola de Cinema São Luís” (Selo Arte Cartonera, 2024).
Serviço:
Evento: Lançamento do livro “A longa cerimônia do adeus”, de Carlos Augusto dos Santos
Data: 18 de outubro, às 16h
Local: Associação Amazonas de Saúde Solidária
Endereço: Rua Marco Polo (antiga Rua 08), 113 – Adrianópolis – Manaus – AM