Com oito encontros presenciais, o curso acontece de outubro a dezembro.
Começa neste sábado o 76º ciclo de estudos em Técnicas de Oratória promovido pela fonoaudióloga, escritora e sócia da UBE, Sueli Carlos, em parceria com a AFEAL – Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio. Confira abaixo mais informações de como participar:
Início: dia da 17 de outubro de 2026
Horário: das 10:00 horas às 12:30 horas (sábados)
Dias: 17-24-31 de outubro; 07-14-28 de novembro; 05-12 de dezembro de 2026
Local: SENAI – Escola de Formação Profissional Orlando Laviero Ferraiuolo do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Auditório
Endereço: Rua Padre Antônio de Sá, 333 – Metrô Tatuapé
Programação:
– vencer o medo de falar ao público
– falar pensando e pensar falando
– história da Oratória
– postura, voz e gestos
Investimento: GRATUITO
Modelo: Presencial
Inscrições: WhatsApp 11 93727-0109 ou e-mail: comissaomutiraocultural@gmail.com
Idealizado pelo escritor Ricardo Mituti, evento tem participação de João Anzanello Carrascoza, mentor dos residentes. Programação prevê 51 horas de escrita, exercícios, minicurso, mentorias e bate-papo com convidado. Associados(as) da UBE têm 10% de desconto.
Quinta turma da Residência Literária Dias Raros, com João Anzanello Carrascoza (2º à esq.) e o idealizador e organizador Ricardo Mituti (1º à dir.). Crédito: Ricardo Mituti/Divulgação
Será realizada de 16 a 25 de julho de 2027, em Gonçalves (MG) — a cerca de 180 km de São Paulo (SP) —, com apoio institucional da União Brasileira de Escritores (UBE), a sétima edição da Residência Literária Dias Raros, primeira iniciativa do gênero no Brasil voltada a autores profissionais, amadores e aspirantes a escritores.
Concebida e organizada pelo jornalista, escritor e empreendedor cultural Ricardo Mituti a partir dos modelos das tradicionais residências literárias internacionais, a Dias Raros é apadrinhada pelo contista e romancista João Anzanello Carrascoza, mentor dos participantes.
A Residência Literária Dias Raros é uma imersão em escrita que prevê 51 horas de produção individual, desafios literários, minicursos de escrita criativa, exercícios, bate-papo com convidados e mentorias com Carrascoza. Tudo isso em regime de pensão completa, com hospedagem em acomodações individuais com estação de trabalho e quatro refeições por dia (café da manhã, almoço, café da tarde e jantar), preparadas por uma chef de cozinha.
Por seu viés democrático, o evento recebe escritores de ficção, não ficção, de prosa e de poesia. Não é necessário ter livro publicado ou possuir um projeto literário prévio, em andamento ou não, para participar.
A Residência Literária Dias Raros é realizada no Sítio Vila do Sol, situado a 1,6 mil metros de altitude na Serra da Mantiqueira —, o que garante tranquilidade aos participantes e contato permanente com a natureza como fomento à inspiração e à criatividade. Parte da programação também ocorre na Biblioteca Terra do Livro, pertencente ao sítio, mas instalada fora da propriedade. A Biblioteca Terra do Livro possui um acervo de mais de 20 mil obras.
Associados(as) à UBE têm 10% de desconto em todos os pacotes. Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram da Residência (@residencialiteraria.diasraros) ou pelo WhatsApp (11) 99631-2800.
Edições Anteriores
A primeira edição da Residência Literária Dias Raros aconteceu em julho de 2024, também no Sítio Vila do Sol. Na ocasião, a duração foi de uma semana. O nome Dias Raros foi dado somente após o encerramento dessa edição, em homenagem a uma obra homônima de Carrascoza, desde então padrinho do projeto.
Se inicialmente a ideia era realizar a Residência uma vez por ano, no inverno, a grande demanda de pessoas interessadas em participar das edições subsequentes fez com o evento se tornasse bianual e estendido. Assim, a segunda edição ocorreu em janeiro de 2025, no mesmo local, já com duração de dez dias. Além de Carrascoza, a residência de verão recebeu o escritor Decio Zylberstajn.
A terceira edição aconteceu em julho de 2025, com as participações dos escritores e editores Rodrigo Lacerda (ex-Cosac Naify e Grupo Editorial Record) e Leonardo Garzaro, da editora Rua do Sabão. A quarta, em janeiro de 26, recebeu Lizandra Magon de Almeida, diretora editorial da Editora Jandaíra e presidente da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), e Rodrigo de Faria e Silva, sócio-fundador e editor de prospecção da Faria e Silva Editora e selos — pertencente ao Grupo Editorial Alta Books. Na edição 5, em julho passado, o convidado foi o escritor e editor Carlos Eduardo de Magalhães, da Grua Livros. A próxima edição, cujas vagas já estão esgotadas, acontece entre 15 e 24 de janeiro de 2027.
Considerando os cinco eventos realizados até agora, mais de 50 escritores de todo o Brasil já passaram pela Residência Literária Dias Raros. A expectativa é que esse número ultrapasse 60 pessoas após a edição de janeiro.
Escritores e Obras
Dentre os participantes que já passaram pela Residência, destaque para Karine Asth, vencedora do Prêmio Jabuti de 2023 na categoria Romance de Entretenimento com “Dentro do nosso silêncio”; Índigo Ayer, escritora infantojuvenil com mais de 40 livros publicados; e Maurício Melo Júnior, diretor e apresentador do programa literário “Leituras”, na TV Senado, e coordenador do Prêmio Candango de Literatura.
A Residência também já rendeu frutos editoriais. Participante da primeira edição, o poeta paulista Luis Eduardo Faleiros lançou em 2025 seu livro de estreia, “Quintais interiores”, pela Interseção Design de Histórias, da escritora e editora Andrea Samico, sua colega de turma — o que reforça a importância da convivência como meio de relacionamento e estabelecimento de novas conexões profissionais. Em março deste ano, a Interseção publicou mais uma residente: a médica psiquiatra e psicanalista Vanessa Corrêa, da turma dois, com o livro de poesias “Tinge tudo dentro de mim”.
Outra médica, a oftalmologista carioca Simone Barata, autora de “Muros” (Livros Ilimitados; 2022) e residente da terceira turma, publicou também em março seu segundo romance, “Fora do ventre”, pela Rua do Sabão. As tratativas entre escritora e editora tiveram início durante a Residência, logo após o bate-papo do editor Leonardo Garzaro com a turma.
Duas outras escritoras creditam à Residência Literária Dias Raros sua estreia na literatura: a psicóloga e joalheira Silvana Guinalz, residente da segunda turma, que no final de 2025 lançou “A estufa e o hematoma” (Primavera Editorial), com ilustrações da artista visual argentina Eva Uviedo; e a jornalista e influenciadora literária Márcia Lopes, do perfil Livros no Subsolo no Instagram. Residente das turmas três e cinco, Márcia acaba de lançar o livro de poemas “Época de manga”, pela Editora Reformatório.
Escritores e Obras
Dentre os participantes que já passaram pela Residência, destaque para Karine Asth, vencedora do Prêmio Jabuti de 2023 na categoria Romance de Entretenimento com “Dentro do nosso silêncio”; Índigo Ayer, escritora infantojuvenil com mais de 40 livros publicados; e Maurício Melo Júnior, diretor e apresentador do programa literário “Leituras”, na TV Senado, e coordenador do Prêmio Candango de Literatura.
A Residência também já rendeu frutos editoriais. Participante da primeira edição, o poeta paulista Luis Eduardo Faleiros lançou em 2025 seu livro de estreia, “Quintais interiores”, pela Interseção Design de Histórias, da escritora e editora Andrea Samico, sua colega de turma — o que reforça a importância da convivência como meio de relacionamento e estabelecimento de novas conexões profissionais. Em março deste ano, a Interseção publicou mais uma residente: a médica psiquiatra e psicanalista Vanessa Corrêa, da turma dois, com o livro de poesias “Tinge tudo dentro de mim”.
Outra médica, a oftalmologista carioca Simone Barata, autora de “Muros” (Livros Ilimitados; 2022) e residente da terceira turma, publicou também em março seu segundo romance, “Fora do ventre”, pela Rua do Sabão. As tratativas entre escritora e editora tiveram início durante a Residência, logo após o bate-papo do editor Leonardo Garzaro com a turma.
Duas outras escritoras creditam à Residência Literária Dias Raros sua estreia na literatura: a psicóloga e joalheira Silvana Guinalz, residente da segunda turma, que no final de 2025 lançou “A estufa e o hematoma” (Primavera Editorial), com ilustrações da artista visual argentina Eva Uviedo; e a jornalista e influenciadora literária Márcia Lopes, do perfil Livros no Subsolo no Instagram. Residente das turmas três e cinco, Márcia acaba de lançar o livro de poemas “Época de manga”, pela Editora Reformatório.
Evento aconteceu no dia 30 de setembro e premiou Sacha da Silva Soares, com “O rio que tinha medo do mar” (Infantil), e Ana Paula Lopes da Silva Rodrigues, com “Entre quatro cadeiras” (Juvenil).
A União Brasileira de Escritores (UBE), em parceria com o Grupo de Pesquisa Produções Literárias Culturais para Crianças e Jovens (GPPLCCJ – FFLCH – USP) e da Editora Cintra, realizaram, dia 30 de setembro de 2026, no espaço Colmeia, em São Paulo, a cerimônia de premiação do 5º Prêmio Nelly Novaes Coelho de Literatura Infantil e do 2º Prêmio José Nicolau Gregorin Filho de Literatura Juvenil. O encontro reuniu autores, pesquisadores, leitores e convidados.
O Prêmio Nelly Novaes Coelho, em sua quinta edição, tem como objetivo reconhecer e incentivar a produção literária voltada ao público infantil, destacando obras inéditas de autores brasileiros. Já o Prêmio José Nicolau Gregorin Filho, amplia o alcance da iniciativa ao contemplar textos de ficção voltados para o público jovem.
Na solenidade, foram anunciados os vencedores de cada categoria. Sacha da Silva Soares recebeu o troféu na categoria infantil pela obra “O rio que tinha medo do mar”, enquanto Ana Paula Lopes da Silva Rodrigues foi a vencedora na categoria juvenil, com o texto “Entre quatro cadeiras” e foi representada pela amiga Vanessa Castro. Conforme o regulamento, os vencedores terão livro publicado pela Editora Cintra em breve.
Além da premiação, o evento contou com o lançamento e sessão de autógrafos da obra vencedora do 4º Prêmio Nelly Novaes Coelho de 2025, “A cidade das coisas incomuns”, de Kelson Oliveira, editora Cintra.
A iniciativa reforça o compromisso da UBE em promover e divulgar os talentos da literatura brasileira, oferecendo visibilidade e espaço para autores dedicados ao público infantil e juvenil.
Sacha da Silva Soares, vencedora do 5º Prêmio Nelly Novaes Coelho de Literatura Juvenil.Da esquerda para direita e em primeiro plano: Prof.ª Dr.ª Maria Zilda da Cunha (Líder do GPPLCCJ – FFLCH – USP), Vanessa Castro e Leda Cintra (editora Cintra).Kelson Oliveira, vencedor do 4° Prêmio Nelly Novaes Coelho de Literatura Juvenil
Está em cartaz até o dia 30 de novembro a “Retrospectiva de João Batista de Andrade”, ganhador do Prêmio Juca Pato de 2014.
A Cinemateca Brasileira realiza, até o dia 30 de novembro, uma retrospectiva dedicada ao cineasta João Batista de Andrade. Prolífero artista, com quase 60 anos de carreira, transitou com êxito entre a ficção e o documentário, a televisão e o cinema, passando inclusive pela literatura.
Profundamente interessado por questões sociais que perpassam seu tempo, articulando muitas vezes com uma abordagem histórica do Brasil e suas contradições, o sempre inquieto João Batista realiza filmes que tensionam e questionam relações de classe, a situação dos trabalhadores, os problemas urbanos, autoritarismo, preconceitos. Embora lance mão de diferentes abordagens – seja um cinema de intervenção e participação em seus primeiros documentários, seja elementos de cinema policial e suspense psicológico em seus filmes de ficção –, suas preocupações sociopolíticas atravessam toda a sua filmografia.
A mostra teve abertura no dia 22 de novembro e já exibiu diversos filmes do cineasta, como O homem que virou suco, O cego que gritava luz, A eterna esperança: sem pressa e sem pausa, como as estrelas (codirigido por Jean-Claude Bernardet).
E ainda serão exibidas na mostra cópias em 16mm, restauradas em 2007 (como os curtas Liberdade de imprensa, Migrantes, Ônibus), cópias em 35mm (O tronco), e novas cópias recém digitalizadas pelo Laboratório de Imagem e Som da Cinemateca Brasileira: como Caso Norte e Wilsinho Galileia, que foi restaurado especialmente por ocasião da mostra.
Na abertura oficial, João Batista de Andrade realizou um bate-papo com Maria Dora Mourão e uma sessão seguida de conversa com o grupo Cinema de Rua, criado por João Batista e nomes como Adilson Ruiz, Reinaldo Volpato, Penna Filho, Wagner de Carvalho e Augusto Sevá.
Vale destacar que no próximo dia 29, às 17h30, haverá a sessão de A próxima vítima (1983), seguida por uma palestra de Vinícius Bisterço, historiador e pesquisador da obra do cineasta, com um enfoque especial no longa-metragem apresentado.
A programação é gratuita e os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada sessão. A Cinemateca Brasileira fica localizada no Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04021-070.
Segue abaixo a programação de 26 a 30 de novembro:
26 de novembro, às 20h00:
Sessão do filme O TRONCO
Sala Grande Otelo
27 de novembro, às 17h30:
Sessão: VEIAS E VINHOS: UMA HISTÓRIA BRASILEIRA
Sala Grande Otelo
27 de novembro, às 20h00:
Sessão: GAMAL – O DELÍRIO DO SEXO
Sala Grande Otelo
28 de novembro, às 17h30:
Sessão: O HOMEM QUE VIROU SUCO
Sala Grande Otelo
29 de novembro, às 17h30
Sessão: A PRÓXIMA VÍTIMA
Sessão seguida de palestra com Vinícius Bisterço, com Libras e transmissão ao vivo pelo YouTube.