TESE DE DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO ABORDA MERCADO RELIGIOSO

Evento em livraria na Avenida Paulista reúne Povo de Axé e da Comunicação

 

No dia 29 de março, às 15h, na Livraria Martins Fontes Paulista, acontece o lançamento de FOI EXU QUE ME DEU”: Exu Coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda, de Ademir Barbosa Júnior (Pai Dermes de Xangô), evento que contará também com atrações culturais. Publicado pela Editora Aruanda, o trabalho é a edição em livro da tese de doutorado em Comunicação que o autor defendeu na Universidade Paulista (UNIP) em setembro de 2025. “A Editora Aruanda tem um selo voltado para trabalhos acadêmicos (Fundamentos de Axé), e foi uma de suas publicações que recebeu o primeiro Prêmio Jabuti Acadêmico em 2024 na Categoria Ciências da Religião/Teologia”, explica o autor.

A tese é resultado de uma acurada etnografia digital que identifica elementos da teologia da prosperidade e da teologia coaching (ambas mais conhecidas no neopentecostalismo) na Umbanda. “Cursos na internet, memes, Marcha para Exu: são vários os fenômenos comunicacionais apontados e estudados”, segundo Dermes, que em novembro passado iniciou um pós-doutorado em Comunicação que parte da tese, mas mergulha em outras questões desafiadoras já desenvolvidas pelo grupo de pesquisa na UNIP. Trabalho orientado pelo Prof. Dr. Maurício Ribeiro da Silva (UNIP), que assina o prefácio, o livro, tem ainda, apresentação do Prof. Dr. Hertez Wendell de Camargo (UFPR) e posfácio da Profa. Dra. Malena Segura Contrera (UNIP).

Autor de diversos livros (alguns premiados e com traduções para diversos idiomas), Doutor em Comunicação pela UNIP, Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, Pai Dermes é Doutor honoris Causa pelo MCNG-IEG (2018) e pela FEBACLA (2019) e Pós-graduado em Ciências da Religião pelo Instituto Prominas. Desde 2019 é patrono e titular da cadeira 62 da Academia Independente de Letras (sede em Pernambuco), com a divisa “Axé”. Em Piracicaba idealizou e coordenou inúmeros projetos culturais e o Fórum Municipal das Religiões de Terreiro (2011-2014) e produziu curtas-metragens com temática dos Orixás. Em 2014 presidiu o Fórum Europeu de Umbanda, em Leiria, Portugal, e em 2015 foi o vice-presidente do Fórum Catarinense de Umbanda, em Blumenau. É dirigente da T. U. Caboclo Jiboia e Zé Pelintra das Almas, aberta em 2015, e Ogã há 24 anos do Ile Iya Tunde (hoje sediado em Embu das Artes – SP). Em 2025 foi um dos 80 selecionados de um universo de 120.000 inscritos para o Santander Top España na Universidad de Salamanca.

 

Tarde de autógrafos de “FOI EXU QUE ME DEU”: Exu Coach e a Teologia da Prosperidade na Umbanda

Data: 29 de março de 2026

Horário: 15h

Local: Livraria Martins Fontes Paulista – Av. Paulista, 509 (térreo) – São Paulo – SP

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João Batista de Andrade lança novo romance durante retrospectiva na Cinemateca Brasileira

Intelectual do Ano e vencedor do Troféu Juca Pato 2014, o cineasta e escritor apresenta “Ecos de Badajoz” em dois encontros especiais dentro da programação da mostra dedicada à sua obra.

 

A Cinemateca Brasileira, que recebe até 30 de novembro a “Retrospectiva João Batista de Andrade”, será também palco do lançamento do novo romance do cineasta, escritor e Intelectual do Ano de 2014, João Batista de Andrade. A mostra revisita quase seis décadas de produção artística do autor — marcada por fortes preocupações sociais, críticas às desigualdades brasileiras e uma narrativa cinematográfica inquieta — reafirmando sua relevância histórica e cultural.

Em meio à exibição de filmes clássicos e raridades restauradas, João Batista apresenta Ecos de Badajoz: uma fábula de nosso tempo, publicado pela Editora Patuá. O lançamento acontece no sábado, 29/11, às 16h, e no domingo, 30/11, às 14h, integrando a programação da retrospectiva. Em sua declaração sobre esse momento, o autor celebra a união de suas duas linguagens: “Em plena Mostra de meus filmes e no mesmo lugar, a Editora Patuá lança meu décimo livro de ficção, Ecos de Badajoz. Juro que ninguém se arrependerá de ler: inventivo, atual, personagens e histórias ao mesmo tempo poéticas, sonhadoras e críticas. Sinto que assim realizo um sonho sexagenário, ser ao mesmo tempo cineasta e escritor.”

 

O romance percorre territórios simbólicos e emocionais, evocando ecos da Guerra Civil Espanhola e das contradições brasileiras, ao mesmo tempo em que constrói personagens que transitam entre a poesia, o épico e o popular. Com forte sensibilidade literária e ritmo que respira cinema, Ecos de Badajoz aborda o conflito entre amor e dominação, o enfrentamento das tragédias humanas e a sobrevivência das delicadezas — elementos que marcam tanto a literatura quanto o cinema de João Batista.

Ao integrar o lançamento do livro à retrospectiva, a Cinemateca Brasileira reforça a amplitude da trajetória do artista, cuja produção transita com maestria entre filmes, ensaios, romances e reflexões sobre o Brasil. Para o público, o evento representa a oportunidade rara de encontrar o cineasta-escritor em um diálogo vivo entre seus filmes e sua ficção. “Assistam meus filmes! Leiam meus livros!”, conclui João Batista.

Lançamento: Jorge Sá Earp lança seu novo livro, “A volta do arlequim”, editado pela editora 7Letras

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As epígrafes do novo romance de Jorge Sá Earp, “A volta do arlequim”, são uma prévia do que vem pela frente: paixão forte. Curiosamente, duas delas – do filósofo pré-socrático Demócrito (460 a 370 a.C.) – se contradizem, como costuma acontecer quando a razão dá lugar ao coração.

Norberto retorna ao Rio de Janeiro após morar muitos anos na Europa. Ele é casado com a italiana Valentina e eles tem filhos gêmeos não-idênticos. Antes mesmo de abrir as caixas da mudança, ele vai à praça onde costumava brincar e relembra os amigos de outrora. O que terá acontecido com eles? Esse início, que dá ideia de um romance memorialista, logo muda quando o protagonista conhece Irineu Bustamante, senhor literato que se revela uma nova amizade, e reencontra Cristiano, companheiro de infância, pai de Diogo. O rapaz desperta sentimentos e faz emergir lembranças que nunca deixaram de arder em silêncio.

A partir daí, a motivação do título do romance se torna clara: “A volta do arlequim” mostra as máscaras que cada um veste para sobreviver às pressões da família, da sociedade e do próprio sentir. Como o personagem da comédia italiana, o narrador se desdobra em papéis múltiplos – filho, amigo, amante, marido, estrangeiro –, buscando no vaivém dessas identidades uma forma de recompor sua história.

Sobre o autor:

Jorge Sá Earp nasceu no Rio de Janeiro, em 1955. Cursou Letras na PUC-Rio. Como diplomata, serviu na Polônia, Holanda, Gabão, Bélgica, Itália, Romênia, Equador e Costa Rica. Contista e romancista, é autor de “Ponto de fuga” (romance, 1995, vencedor do prêmio Nestlé de Literatura), (2010), “A praça do mercado” (2018), “As amarras” (2020), “O veranista” (2024), entre outros.

Adquira “A volta do arlequim”, de Jorge Sá Earp em: https://7letras.com.br/livro/a-volta-do-arlequim/

Autor Carlos Augusto realiza lançamento de “A longa cerimônia do adeus” no dia 18 de outubro, em Manaus / AM

Carlos Augusto dos Santos, sócio da União Brasileira de Escritores (UBE), prepara evento de lançamento do seu novo livro “A longa cerimônia do adeus”, para o dia 18 de outubro, a partir das 16h, na Associação Amazonas de Saúde Solidária, localizada na Rua Marco Polo (antiga Rua 08), 113 – Adrianópolis – Manaus – AM.

“A longa cerimônia do adeus” é mais do que um livro de memórias: é um testemunho de vida, amor e resistência. Carlos Augusto, com sua escrita íntima e profundamente humana, abre o coração para falar das perdas, dos medos e da saudade, mas também da beleza de ter vivido intensamente ao lado de quem amou.

Ele revisita suas lembranças como quem luta contra o esquecimento — não apenas para si, mas como um legado para sua família e para tantas outras histórias comuns, de pessoas negras que enfrentaram a vida com coragem e dignidade.

Entre relatos de infância, encontros, despedidas e reflexões sobre a morte, o autor nos convida a caminhar com ele pelas veredas da memória. O resultado é um relato terno, doloroso e, ao mesmo tempo, cheio de esperança: uma prova de que, mesmo quando o tempo se esvai, o amor permanece.

 

Sobre o autor:

Carlos Augusto dos Santos é paulistano de Santo Amaro, capital. Cientista Social e Mestre em Demografi a pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é umbandista com orgulho, vivendo sob a proteção e o axé de seus orixás e ancestrais. Atuou como Diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas e como Ouvidor-Geral do Município de São Gabriel da Cachoeira. Atualmente, dedica-se à educação como professor da Rede Estadual de Ensino.

Ao longo de sua trajetória, também se destacou como escritor, sendo autor das obras “Um Mundo em Desalinho” (UFAM, 2006), “Auf Wieden Shen: Fragmentos de Memórias de Uma Criança” (Editora do Autor, 2009), “Nossa Menina Analú” (Ed. Autor, 2022), “Insisto em Remar Contra a Corrente” (Editora Viseu, 2023) e “Escola de Cinema São Luís” (Selo Arte Cartonera, 2024).

 

Serviço:
Evento: Lançamento do livro “A longa cerimônia do adeus”, de Carlos Augusto dos Santos
Data: 18 de outubro, às 16h
Local: Associação Amazonas de Saúde Solidária
Endereço: Rua Marco Polo (antiga Rua 08), 113 – Adrianópolis – Manaus – AM

José Carlos Aragão - Blog

Vencedor da segunda edição do Prêmio Claudio Willer de Poesia fará lançamento de livro em Belo Horizonte

A obra “Veja Meus Poemas”, de José Carlos Aragão, venceu o concurso promovido pela União Brasileira de Escritores e sai agora pela Editora Patuá

 

Com cerca de cinquenta livros publicados em diversos gêneros, além de vencer diversos concursos literários, José Carlos Aragão venceu o 2º Prêmio Claudio Willer de Poesia, promovido pela União Brasileira de Escritores (UBE), com o livro inédito “Veja meus poemas” e que sairá pela Editora Patuá e tem evento de lançamento agendado para o próximo dia 23 de agosto, sábado, às 17h, na Casa da Floresta (Rua Silva Ortiz, 78 – Floresta – BH).

Cada vez mais dedicado à poesia visual como sua expressão preferencial, Aragão recorre, nessa obra, a confessas influências da poesia concreta; ao uso de imagens aleatórias extraídas de publicações variadas ou do cotidiano; a inéditos ambigramas; e a outros jogos visuais com palavras – sem dispensar poemas textuais alinhados a uma linguagem mais contemporânea.

Mas os poemas não se destacam apenas por seu aspecto estético, gráfico, visual. Seu conteúdo pode oscilar do humor non sense à mais dura crítica social; dos infortúnios do amor ao ludismo com palavras; do lírico ao tristemente real.

Veja meus poemas é um convite para ver além do que parece visível. A obra venceu a segunda edição do Prêmio Cláudio Willer de Poesia 2024, o concurso é promovido anualmente pela União Brasileira de Escritores – UBE e a próxima edição já está confirmada para 2026.

 

SOBRE O AUTOR:

José Carlos Aragão é bacharel em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. Jornalista, escritor e dramaturgo, residente em Belo Horizonte, MG. Tem cerca de 50 livros publicados (de poesia e contos, para adultos; e de literatura e teatro, para crianças e jovens), além de participações em várias antologias.

Conquistou vários prêmios literários ao longo de sua carreira, entre eles, cinco prêmios da União Brasileira de Escritores (por obras de literatura infantil e juvenil, 2001/2002). Em 2005, conquistou ainda o Prêmio Estímulo às Artes/Literatura, da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes, na categoria Contos. Teve contos e poemas premiados em concursos na Espanha, Portugal e Costa Rica.

Por duas vezes, recebeu o selo de Obra Altamente Recomendável Para Crianças e Jovens, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, por livros publicados de poesia para crianças. Em 2013, foi um dos autores de LIJ selecionados para o catálogo da Feira do Livro de Bolonha.

Foi finalista do Prêmio Jabuti, em 2015, por sua adaptação em prosa da peça Édipo Rei, de Sófocles e, no ano seguinte, seu texto Aventura no Buraco Sem Fundo foi vencedor do Prêmio Nacional Cidade de Manaus, na categoria Dramaturgia Infantil. Seu último reconhecimento foi ser finalista do Prêmio de Poesía Visual Paqui Jiménez Yepes (Códoba, Espanha), em 2025.

 

Sobre o Prêmio Cláudio Willer de Poesia

O Prêmio Cláudio Willer de Poesia é uma iniciativa literária promovida pela União Brasileira de Escritores (UBE), criada em 2023 para homenagear o poeta, ensaísta, tradutor e ex-presidente da entidade, Cláudio Willer (1940–2023). A premiação busca valorizar e fomentar a produção poética contemporânea no Brasil, sendo obras inéditas em língua portuguesa, com extensão entre 60 e 120 páginas e tema livre.

A UBE conduz todo o processo com independência editorial: a comissão julgadora, composta por especialistas em literatura, seleciona dez finalistas e elege um vencedor, cujo livro é publicado por uma editora parceira, sem custos para o autor. O primeiro colocado recebe um troféu em cerimônia solene, enquanto todos os finalistas ganham certificados.

CAPA - 40 anos de pois da reforma

Ana Luiza Almeida Ferro, sócia da União Brasileira de Escritores (UBE), tem artigo publicado em livro sobre os 40 anos da Reforma Penal de 1984.

Editado pela Tirant to blach, o livro “40 anos depois da reforma penal de 1984: Direito Penal Fundamental e execução penal” conta com o artigo “Notas sobre a participação feminina no crime organizado”, da autora Ana Luiza Ferro, sócia da UBE.

Há pouco mais de 40 anos, nosso ordenamento legal experimentava uma das mais relevantes reformas legislativas do século XX. Consagrada, outrossim sob a denominação de A Grande Reforma, essa importante transformação no Direito Penal brasileiro contemplou o advento da Lei 7.209 e a Lei 7.210, ambas editadas em 1984 e responsáveis, correspondentemente, por instituir uma nova Parte Geral ao Código Penal de 1940 e introduzir no sistema jurídico a Lei de Execução Penal.

O significado dogmático e político-criminal desse jubileu provocou ao Núcleo de Estudos e Pesquisas Históricas e Comparadas em Ciências Penais da Faculdade de Ciências da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), a propositura de um projeto de obra coletiva, comprometido em viabilizar o debate acadêmico sobre as mais candentes e complexas questões relativas ao Direito Penal fundamental e à execução penal no Brasil desde a mencionada reforma até os dias atuais.

Com sua edificação, participaram destacados nomes da ciência penal nacional, juristas e pesquisadores que apontaram as promessas e falácias típicas de qualquer reforma de política criminal, os obstáculos enfrentados em matéria de regulamentação e os desafios que se apresentam 40 anos depois ao legislador do presente e do futuro.

Os trabalhos, majoritariamente inéditos, revelam um cenário de avanços e retrocessos, erros e acertos, porém, promovem reflexões profundas de Política Criminal e traçam perspectivas jurídico-penais consentâneas às exigências de atualização próprias de uma legislação que atravessou a virada de século XX para o XXI. Estruturamos o livro em torno de dois eixos temáticos centrais. O primeiro deles concernente aos trabalhos de Direito Penal fundamental reunidos sob o título “O marco dos 40 anos da reforma da Parte Geral do Código Penal Brasileiro”.
Já o segundo eixo, intitulado “40 anos depois da Lei de Execução Penal” contempla os ensaios sobre execução penal e temas afins. Tem-se, portanto, um espectro abrangente e qualificado de produção nacional sobre os institutos correlatos aos eixos temáticos estruturantes da obra, com pesquisas realizadas por estudiosos de diversos Estados da federação, além da importantíssima contribuição dos ilustres professores Alamiro Velludo Salvador Netto e João Mestieri ao prefaciar o livro e apresentá-lo ao público, respectivamente.
Sobre o seu conteúdo, cabe aos leitores descortiná-lo ao compaginar o presente livro que, façamos votos, tornar-se-á referência importante para a continuação do debate sério sobre os temas a ele subjacentes e obrigatória para todos que pretendam sobre eles debruarem-se.

Disponível para venda em: EDITORIAL TIRANT